CBN

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Largue o fogão e aproveite a ceia sem dor de cabeça

Fonte / Foto: 
Central de Comunicação 
Assessoria de Imprensa


A adega climatizada do Barbacoa Campinas e o tender da Orly Panificadora 
Profissionais da área de alimentação dão dicas para o transporte e conservação de alimentos e bebidas nas festas de final de ano
Quem vai curtir os últimos dias do ano fora de casa geralmente não quer saber de encarar horas e horas de fogão necessárias para o preparo das ceias e almoços de Natal e Ano Novo. A melhor dica é escolher um bom lugar para encomendar a refeição e curtir a visita, a festa ou a viagem. Em Campinas, a Orly Panificadora e o Tartanero Salgados e Doces oferecem diversos tipos de pratos – de assados a congelados - para deixar seus cliente livres desse trabalho. As encomendas podem ser feitas pessoalmente ou por telefone: na Orly, até os dias 21 de dezembro (Natal) e 27 de dezembro (Ano Novo). A padaria estará aberta nos dias 25/12 e 01/01, das 8h às 22h30; no Tartanero até dois dias antes das festas e, também, pelo site da loja.

Produtos frescos e congeladosPernil sem osso, chester, tender, lombo e frango são as opções de assados oferecidos pela Orly Panificadora. Os acompanhamentos são variados: arroz com uvas passas, com nozes, à grega ou branco; farofa, maionese, salpicão e fios de ovos. Além disso, tortas salgadas e sobremesas diversas estão no cardápio da Orly Panificadora. No Tartanero, apesar de muitos dos itens serem produzidos diariamente, existe a opção de encomendas de congelados, embalados e mantidos sob refrigeração a 22ºC negativos.
"Para quem vai viajar é mais prático e fácil levar o produto congelado. Basta ter uma daquelas malas térmicas com zíper ou um isopor para transportar o alimento com segurança", recomenda André Luiz Alberich, do Tartanero. Entre os produtos mais procurados para viagem estão os pães de batata com recheio e as empadas. "Todos os salgados ou tortas também são oferecidos frescos que podem ser mantidos fora da geladeira por até 4 horas. Os produtos mais sensíveis são os que levam tomate e embutidos", explica Alberich.
Fernanda Paes de Barros, nutricionista do Grupo Giovannetti, detentor da marca Orly, orienta os clientes a encomendarem suas ceia para viagens que não ultrapassem três horas. Os alimentos, todos frescos, são entregues aos clientes em recipientes descartáveis, próprios para manter a qualidade de cada produto. "A indústria dos descartáveis nos oferecem opções muito práticas, como as assadeiras de alumínio para as carnes, que podem ser colocadas direto ao forno. As saladas, os fios de ovos e os demais produtos gelados são postos em recipientes plásticos, enquanto os diferentes tipos de arroz são colocados em recipientes de alumínio. Maionese e salpicão são itens que exigem atenção e maior cuidado. A nutricionista orienta que as encomendas desses pratos devem ser as últimas a serem retiradas. "E devem ir direto para a geladeira, pois são produtos que não podem, de maneira alguma, ficar expostos ao calor ou ao Sol", alerta.
Para aqueles quer pretendem reaproveitar os alimentos no dia seguinte, a nutricionista pede cautela e retira a maionese e o salpicão da lista. "Não há problema em ´reformar´ o arroz e as carnes desde que as sobras sejam guardadas na geladeira, em recipientes com tampa ", orienta.
Para brindarVinhos e espumantes, bastante consumidos no Natal e no Ano Novo, também exigem cuidados especiais para o transporte. De acordo com Raimundo Cosmo,sommelier do Barbacoa Campinas, a garrafa deve estar deitada durante a viagem e até mesmo antes de ser aberta. "O ideal é que sejam transportadas em uma bagcom proteção individual", diz.
Com os espumantes há um cuidado extra. O produto não deve ser agitado, pois a pressão interna é alta. "Recomendo que a garrafa fique até meia hora na geladeira antes de ser servida", sugere o sommelier.

A durabilidade também precisa ser observada. Enquanto os espumantes não podem ser conservados depois de abertos, os vinhos (tintos e brancos) duram até 24 horas após a retirada da rolha. Uma ideia é reusar os vinhos secos, no dia seguinte, para a elaboração de novos pratos. "Os tintos são bons no preparo de carnes vermelhas e massas e, os brancos, são ótimos para molhos e temperos. Já os vinhos doces não combinam com a gastronomia", lembra Cosmo.

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